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Geral7 de fev. de 2023

Terremoto na Síria e Turquia: número de mortos aumentam

O terremoto pode afetar 23 milhões de pessoas nas duas regiões

Por Redação EsportivaPublicado 07/02/2023
Terremoto na Síria e Turquia: número de mortos aumentam

Foto: Mohammed AL-RIFAI | AFP

Mais de 5.000 mortes são contabilizadas depois que o terremoto atingiu Turquia e Síria, de acordo com um balanço atualizado divulgado nesta terça-feira (7), enquanto as equipes de emergência prosseguem com os trabalhos de busca de sobreviventes bloqueados nos escombros. 

Ao menos 3.419 pessoas morreram na Turquia e 1.602 na Síria - em regiões controladas pelo governo e áreas dominadas pelos rebeldes -, o que eleva o total a 5.021, de acordo com as autoridades locais e fonte médicas.

O terremoto pode afetar 23 milhões de pessoas nas duas regiões, advertiu a Organização Mundial da Saúde (OMS). "Os mapas mostram que 23 milhões de pessoas estão expostas, incluindo cinco milhões de pessoas vulneráveis", afirmou a diretora da OMS Adelheid Marschang ao conselho executivo da agência da ONU.

Sete dias de luto na Turquia

O balanço das vítimas tem aumentado com o passar das horas, devido ao alto número de prédios que desabaram em cidades como Adana, Gaziantep, Sanliurfa e Diayarbakir.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) advertiu à AFP que o número de vítimas poderia ser até oito vezes maior.

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, declarou sete dias de luto pelas vítimas. "Nossa bandeira será hasteada a meio mastro até o pôr-do-sol de domingo", informou em um tuíte.

Ajuda internacional

O governo sírio pediu socorro à comunidade internacional, que anunciou o envio de ajuda e equipes de resgate.

Foi o caso da União Europeia (UE) e de muitos dos países-membros do bloco. Reino Unido, Israel, Índia, Azerbaijão e Ucrânia, assim como a Grécia, adversária histórica da Turquia, fizeram o mesmo. E o chefe de Estado russo, Vladimir Putin, que manteve conversas com seus colegas dos dois países, assegurou que enviará equipes de resgate.

 Foto: Mohammed AL-RIFAI | AFP

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