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Destaque 324 de mar. de 2026

Minha Casa Minha Vida tem aumento no teto de renda e valor de imóveis

Por Gabriel MascarenhasPublicado 24/03/2026
Minha Casa Minha Vida tem aumento no teto de renda e valor de imóveis

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Conselho Curador do FGTS aprovou, nesta terça-feira (24), o aumento dos limites de renda e dos valores dos imóveis para o programa Minha Casa, Minha Vida. A medida eleva o teto da renda familiar nas quatro faixas, chegando a R$ 13 mil na faixa 4 e reajusta o valor máximo das propriedades para até R$ 600 mil.

Com aprovação unânime, a proposta do Ministério das Cidades visa beneficiar mais de 87 mil famílias e atender a uma demanda do setor imobiliário. As novas regras entram em vigor após a publicação no Diário Oficial, consolidando o uso do orçamento recorde do FGTS para impulsionar a habitação em 2026.

A iniciativa reforça a meta do governo de contratar 3 milhões de unidades, aproveitando a queda da taxa Selic e a melhora no crédito. No último ano, o programa foi responsável por metade dos lançamentos imobiliários no Brasil, atingindo o maior índice da série histórica com mais de R$ 292 bilhões em investimentos.

Aumento no teto da renda
Para as faixas de renda familiar mensal

Faixa 1 - de R$ 2.850 para R$ 3.200

Faixa 2 – de R$ 4.700 para R$ 5.000

Faixa 3 - de R$ 8.600 para R$ 9.600

Faixa 4 - de R$ 12 mil para R$ 13 mil

Como funciona o Minha Casa, Minha Vida?
O valor máximo do imóvel depende da faixa de renda e do porte da cidade:

Faixas 1 e 2

  • capitais com mais de 750 mil habitantes: até R$ 260 mil
  • metrópoles com mais de 750 mil habitantes: até R$ 270 mil
  • metrópoles com população entre 300 mil e 750 mil habitantes: R$ 255 mil
  • capitais com população entre 300 mil e 750 mil habitantes: R$ 255 mil

Faixa 3

  • até R$ 350 mil, mas agora passará para R$ 400 mil

Faixa 4

  • até R$ 500 mil, mas agora passará para R$ 600 mil

Com informações de r7.com

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